Ministério das Finanças e da Administração Pública
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Catálogo dos Vedores da Fazenda

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1389referência ao vedor da fazenda.
1408idem, idem.
1415vedor da nossa fazenda.
1420João Afonso, vedor da fazenda.
1424Pero Gonçalves, vedor da fazenda.
1424vedores da fazenda.
1435idem, idem.
1440Luiz Gonçalves, vedor da fazenda da cidade de Lisboa.
1454vedor da fazenda de Lisboa.
1475Pedro de Almeida, vedor da fazenda; mas desconhecemos a carta de nomeação e, pela nomeação do que se segue, sabe-se que renunciou o ofício em seu filho.
1475 João Lopes de Almeida, do conselho do rei, foi nomeado vedor da fazenda pela renúncia de seu pai, Pedro de Almeida. Carta dada em Arronches, em 8-V-1475. (Chanc. de D. Afonso V, liv. 30, fl. 161)
1481Gonçalo Vaz, vedor da fazenda, deixou a vaga para seu filho, por ser nomeado regedor da Justiça da Casa do Cível de Lisboa.
1481Martim Vaz de Castelo Branco, fildago da casa do rei, foi nomeado vedor da fazenda na vaga de Gonçalo Vaz, seu pai. Carta de 23-II-1481. (Chanc. de D. Afonso V, liv. 26, fl. 16)
1484D. João de Almeida, do conselho do rei, teve a mercê de vedor da Fazenda, para o servir da maneira que o fez até aqui, de cujo lugar tinha a mercê de D. Afonso V. Carta de 8-IV-1484. (Parece que deve ser a referência a João Lopes de Almeida, acima) (Chanc. de D. João II, liv. 22, fl. 46)
1496D. Afonso Lobo, do conselho do rei, foi nomeado vedor da fazenda pela vaga de D. Lopo de Almeida. Carta de 23-III-1496. (Chanc. de D. Manuel, liv. 26, fl. 105 v.)
1497D. Martinho de Castelo Branco, do conselho do rei, senhor de Vila Nova de Portimão, regedor da Casa do Cível, pelos seus serviços de lealdade e conhecimento da fazenda real no tempo em que foi seu vedor e para poder dar sã e fiel informação dela, quando isso fosse necessário, foi nomeado vedor da fazenda, para andar junto da corte de D. Manuel. Carta de 27-IV-1497. (Chanc. de D. Manuel, liv. 4º dos Místicos, fl. 38 v.)
1516 D. Francisco, conde de Vimioso, nomeado vedor da fazenda pela renúncia do anterior, já conde de Vila Nova. Carta de 28-VI-1516. (Chanc. de D. Manuel, liv. 25 dos Ofícios, Padrões e Mercês, fl. 133 e liv. 5º dos Místicos, fl. 222 v.)
1521Nuno da Cunha, fidalgo da casa real, filho de Tristão da Cunha, do conselho do rei, nomeado vedor da fazenda. Carta de 27-XII-1521, em virtude dos alvarás de promessa, de 12-III-1504 e de 21-X-1513. (Chanc. de D. Manuel, liv. 18, fls. 118 v. e 119, e liv. 4º dos Místicos, fls. 156 v. e 157)
1525D. Rodrigo Lobo, do conselho do rei, nomeado vedor da fazenda pela renúncia de seu pai, o barão de Alvito. Carta de 4-XII-1525. (Chanc. de D. João III, liv. 8, fl. 144 v.)
1527D. João de Menezes de Vasconcelos, conde de Penela, nomeado vedor da fazenda para o lugar acrescentado pela mesma carta dada em Coimbra a 30-IX-1527. (Chanc. de D. João III, liv. 30, fl. 160 v.)
1530D. António de Ataíde, do conselho do rei, mais tarde conde da castanheira, nomeado vedor da fazenda. Carta dada em Lisboa a 11-IV-1530. (Chanc. de D. João III, liv. 42, fl. 94)
1543 D. Afonso de Portugal, primo do rei, nomeado vedor da fazenda, por promessa feita a seu pai, o conde de Vimioso, que renunciou ao cargo. Carta dada em Almeirim a 28-V-1543. (Chanc. de D. João III, liv. 6, fl. 88 v.)
1552D. Gil Eanes da Costa, do conselho do rei, nomeado vedor da fazenda, pela renúncia do D. António de Ataíde. Carta de 28-VIII-1552. (Chanc. de D. João III, liv. 65, fl. 311 v.)
1554Belchior Botelho, fidalgo da casa real, filho de Simão Botelho, teve a mercê por três anos de vedor da fazenda, nas partes da Índia. Carta de 29-II-1554. (Chanc. de D. Sebastião, liv. 16, fl. 17)
1558Aleixo de Sousa, do conselho do rei, nomeado vedor da fazenda para as partes da Índia por três anos. Alvará e carta de 12 e 16-III-1558. (Chanc. de D. Sebastião, liv. 1, fl. 79 e liv. 2, fl. 98 v.)
1560D. João Lobo, barão de Alvito, teve a mercê de vedor da fazenda pelo falecimento de seu pai, D. Rodrigo Lobo. Carta de 1-IV-1560. (Chanc. de D. Sebastião, liv. 6, fl. 66 v.)
1561João Pereira, fidalgo da casa real, capitão das partes da Índia, nomeado vedor da fazenda. Carta de 28-II-1561. (Chanc. de D. Sebastião, liv. 5, fl. 201 v.)
1562D. Francisco de Faro, pelos serviços prestados como vedor de D. João III e ao pai de D. Sebastião, teve a mercê de vedor da fazenda. Carta de 8-VII-1562. (Chanc. de D. Sebastião, liv. 9, fl. 76)
1567António de Teive, pelos serviços prestados no reinado de D. João III, teve a mercê de vedor da fazenda. Carta de 6-II-1567. (Chanc. de D. Sebastião, liv. 18, fl. 352)
1574Diogo Velho, fidalgo da casa real, teve a mercê de vedor da fazenda para a Índia pelo tempo de três anos. Carta de 1-II-1574. (Chanc. de D. Sebastião, liv. 29, fls. 267 e 268)
1576D. Francisco de Portugal, do conselho e camareiro do rei, teve a mercê de vedor da fazenda. Carta de 7-V-1576. (Chanc. de D. Sebastião, liv. 16, fl. 17)
1576Manuel Quaresma Barreto, do conselho de Estado, teve a mercê de vedor da fazenda. Carta de 7-V-1576. (Chanc. de D. Sebastião, liv. 34, fl. 230)
1578Luís da Silva, do Conselho de Estado e camareiro do rei, nomeado pelos seus bons serviços vedor da fazenda. Carta de 18-III- 1578. (Chanc. de D. Sebastião, liv. 39, fl. 229)
1578D. Álvaro de Castro, do conselho do rei, teve a mercê de vedor da fazenda, tendo respeito aos seus bons serviços e qualidades. Carta de 23-X-1578. (Chanc. de D. Sebastião, liv. 32, fl. 225 v.)
1580D. Duarte de Castelo Branco, conselheiro do rei e meirinho-mor do reino, nomeado vedor da fazenda. Carta de 7-I-1580. (Chanc. de D. Sebastião e D. Henrique, liv. 46, fl. 15)
1581D. Cristóvão de Moura, do Conselho de Estado e gentil-homem da câmara do rei, teve a mercê de vedor da fazenda. Carta de Filipe I, de 10-IV-1581. (Chanc. de D. Sebastião, liv. 45, fl. 159)
1581Pedro de Alcáçova Carneiro, conselheiro do rei, teve a mercê de vedor da fazenda. Carta de 10-IV-1581. (Chanc. de D. Sebastião, liv. 45, fl. 135)

Nota:
Informação colhida em A. Luís Gomes, Exposição História do Ministério das Finanças, Lisboa, 1952. pp. 15-20.

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